



A questão não é mais se a IA será utilizada no trabalho. A questão é: quem vai aprender a utilizá-la melhor?
A adoção correu na frente da estratégia. Os números dizem
o que já aconteceu; “o que muda” diz o que fazer com isso
dos trabalhadores intelectuais no Brasil já usam IA no trabalho. Fonte: Microsoft + LinkedIn, Work Trend Index 2024.
é a média global; 83% é o dado específico do Brasil.
O QUE MUDA?
Para o líder: IA já está sendo utilizada pela equipe, mesmo que a empresa ainda não tenha uma estratégia estruturada. Para o colaborador: aprender a usar IA passa a ser uma competência profissional cada vez mais relevante.
dos usuários de IA começaram a utilizá-la no trabalho há menos de 6 meses. Fonte: Microsoft + LinkedIn, Work Trend Index 2024.
O QUE MUDA?
Para o líder: a curva de adoção é muito rápida; treinamento e orientação precisam acompanhar essa velocidade. Para o colaborador: não é necessário ser especialista em tecnologia para começar, mas é importante desenvolver a habilidade de utilizar e validar a IA.
O impacto já é real
dos líderes dizem ter dificuldade para quantificar os ganhos de produtividade proporcionados pela IA. Fonte: Microsoft + LinkedIn, Work Trend Index 2024.
O QUE MUDA?
Para o líder: implementar IA não basta. É preciso medir tempo economizado, qualidade, produtividade e impacto no resultado. Para o colaborador: o uso da IA deve gerar ganho real no trabalho, e não apenas produzir mais tarefas.
dos trabalhadores nos EUA usam IA no trabalho semanalmente ou mais. Fonte: Gallup, indicador de IA no trabalho, atualização de maio de 2026. Além disso, 52% utilizam IA pelo menos algumas vezes ao ano.
2x Funcionários que afirmam que seus gestores apoiam ativamente o uso de IA são quase 2 vezes mais propensos a utilizá-la frequentemente.
O QUE MUDA?
Para o líder: o comportamento da liderança influencia diretamente a adoção da tecnologia. Para o colaborador: ter autorização, orientação e segurança para experimentar pode acelerar o desenvolvimento da competência.







